Archive for abril, 2010
Como o SCM pode ajudar no relacionamento com clientes em varejo?
Não é nenhuma novidade que o bom relacionamento entre clientes e varejistas pode trazer inúmeros benefícios, para ambas as partes. Falando apenas do básico, clientes que possuem simpatia pelo varejo poderão indicá-lo a amigos, colegas e familiares. Além disso, esse relacionamento positivo aumenta consideravelmente o índice de recompra em uma mesma loja, um indicador importante para medir o sucesso do varejista. Seguindo essa premissa, será que o SCM (Supply Chain Management) pode mesmo ajudar no relacionamento com clientes em varejo?
A resposta para essa pergunta está nas soluções que o mercado oferece hoje: o EDI (Electronic Data Interchange); processo de Reposição Inteligente e Distribuição Inteligente (RI/DI); monitoramento de processos de produção e estoques; projetos de planejamento e consultoria em SCM, entre outros. Todas essas soluções listadas, que são apenas algumas existentes no mercado, trazem inúmeros benefícios. Porém, uma análise superficial poderá equivocadamente nos levar a acreditar que o ganho no processo está apenas no lado do varejista.
Essas soluções citadas anteriormente possibilitam ao varejo agilizar o processo com seus fornecedores, diminuem a possibilidade de erro humano e custos, têm um controle para que os estoques estejam sempre em um bom nível, entre tantos outros benefícios.
Olhando para o lado do cliente pode-se entender com clareza que se o varejo implantou corretamente essas soluções, se conseguiu diminuir estoque e custos, logo será uma empresa mais competitiva e poderá oferecer preços mais atrativos. Se o varejo possui um bom controle de estoque, terá condições de manter aquele produto que o cliente tanto preza, sempre à disposição.
A satisfação do cliente é fundamental para um bom relacionamento e o papel do SCM não pode mais ser ignorado. O Brasil está, mesmo que timidamente, ultrapassando a etapa inicial dos processos de SCM. As empresas brasileiras de grande porte já não falam mais em implantação de projetos de EDI. Quem não o tem está atrasado, pois essa operação já faz parte de nossa realidade. O próximo passo está na evolução desse processo e, tanto as empresas que conseguirem oferecer soluções inovadoras em SCM, como aquelas que as implantarem, estarão um passo à frente da concorrência.
Por Charles Bomacha dos Santos
Passado, Presente e Futuro do SCM
O termo Supply Chain Management (ou gestão da cadeia de suprimentos, em português) é relativamente novo. Foi citado pela primeira vez nos anos 80 por R. K. Oliver e M. D. Webber no artigo Supply-Chain Management: Logistics Catches Up with Strategy. A idéia principal é a mudança do foco de operações, da eficiência dos recursos internos para uma nova visão onde o objetivo passa a ser melhorar a eficiência da cadeia, torná-la mais competitiva e assim se diferenciar da cadeia concorrente. Um fato interessante é que em outras teorias ocorre esta mesma tendência, de passar a olhar para fora da empresa, como em estratégias com as cinco forças de Porter, por exemplo.
No Brasil, passávamos por um período de grande instabilidade: redemocratização, diversos planos econômicos, abertura de mercado e, em 1994, a implantação do Plano Real, que foi um marco para estabilidade de nossa economia. Até então os administradores não consideravam os estoques como ferramentas para absorver as variações entre oferta e demanda. A visão era de que tudo funcionava como um elemento que permitia a escolha da melhor hora da compra e da venda para lucrar com a inflação. Era apenas um instrumento econômico.
Isso nos levou a uma estagnação ao invés da adoção de novos conceitos que eram discutidos e implementados em países mais estáveis, como os EUA. Atualmente estamos em um caminho que outros países já percorreram, mas estamos emparelhando. Por exemplo, antes somente o Walmart, através do Retail Link, trocava informações de estoque e demanda com seus parceiros de negócio. Hoje em dia, empresas como Carrefour, Pão de Açucar, Saraiva, Kalunga, Magazine Luiza, entre muitas outras já fazem essa troca de informação.
Hoje, os processos de Supply Chain Management que mais estão em moda são processos colaborativos como o Collaborative Planning, Forecasting and Replenishment (CPFR), Vendor Managed Inventory (VMI) e o Sales and Operations Planning (S&OP). Processos como estes têm cada vez mais precedentes de sucesso e norteiam boa parte das discussões no mundo acadêmico. Minha percepção é que o S&OP é o processo mais implementado nos dias atuais. Indústrias de grande e médio porte possuem cadeias muito repetitivas e ainda migrarão para este tipo de solução. Uma possível barreira é a dificuldade no cálculo de rentabilidade desse tipo de projeto. Afinal, os ganhos financeiros não são medidos de forma direta. Outros processos menos amadurecidos vem sendo adotados por empresas com maior nível de maturidade e escala.
O mundo mudou e nossas crenças mudaram. Quem não tiver bom olho no futuro, um dia estará obsoleto. Por outro lado, ter cuidado para não pular de um penhasco junto à manada é imprescindível. O que hoje é diferencial competitivo, amanhã é requisito de sobrevivência. E o que você faz para estar na frente?
Por Liu Gonçalves de Aquino
Meu Deus!! O que fazer para o Clima Organizacional melhorar?
Você acredita que seus colegas na empresa um dia irão dizer: Eu tenho orgulho de trabalhar aqui!
Os maiores desafios hoje dos gestores de RH junto com os gerentes da fábrica são garantir os resultados e ao mesmo tempo criar e manter um clima organizacional aprovado pelos colaboradores. Isto nem sempre é possível!
Na maioria das empresas os resultados e a produção são atingidos pois os clientes pressionam diariamente e o mercado não admite mais atrasos ou erros inexplicáveis de gestão. Do outro lado o Clima Organizacional fica muito a desejar. Os colaboradores reclamam da chefia, do RH, do restaurante, da falta de relacionamento e respeito do dono ou da Diretoria da empresa, falta de investimento em cursos e até o banheiro entra nesta lista de insatisfação.
As frases mais ouvidas nos corredores são:
“ Eu trabalho aqui a muitos anos e sei que nada vai mudar!”
“ Isso não vai dar certo, esqueça”
“ Alguns gerentes aqui na empresa não valorizam a gente. Eles precisam mudar suas atitudes pois não sabem tratar as pessoas com respeito! Depois que contrataram este novo gerente, o clima aqui está terrível”
“Já investimos em muitos treinamentos comportamentais mas a Equipe não muda.”
O que as empresas podem fazer para iniciar um processo de mudança e melhoria contínua diante deste quadro? Como mudar uma cultura que está impregnada nos colaboradores?
Philip Kotler afirma que “as empresas podem obter grande vantagem competitiva através da contratação e treinamento de pessoas mais bem qualificadas do que seus concorrentes…
Pessoas bem treinadas exibem seis características:
1) Competência
2) Cortesia
3) Credibilidade
4) Confiabilidade
5) Responsabilidade
6) Comunicação”
Mais o que fazer se sua empresa já investiu em muitos treinamentos e os resultados não são percebidos na fábrica?
Algumas perguntas que podem minimizar o stress do gestor do RH e seus gerentes e verificar possíveis causas da falta de bons resultados nos treinamentos:
A) Os treinamentos foram realizados por profissionais competentes? Você optou pelo preço ou pela experiência no momento de contratar a consultoria ou o palestrante?
B) Como você decidiu os temas dos treinamentos para sua Equipe? Achismo ou ouviu seus supervisores e gerentes ?
C) As reclamações que chegam no RH são fatos ou boatos? Será que o clima está realmente ruim?
D) Sua empresa tem a Visão, Missão e Valores definidos? O que isto tem ajudado no dia a dia e na gestão estratégica da empresa?
Acredito que as respostas acima podem alavancar melhorias internas se os gestores de RH e líderes da fábrica ACREDITAREM NA MUDANÇA DAS PESSOAS através de treinamentos e consultorias competentes!
Você tem orgulho de trabalhar ai? Comece por você!
Sucesso!
Washington Zucoloto
Fonte: http://www.zucoloto.com
A importância de treinamento de um operador de empilhadeira
Um operador de empilhadeira que não recebe capacitação pode representar vários riscos, como por exemplo: risco para sua vida, tombamento, acidente com pedestres, danos ao equipamento, manuseio incorreto da carga.
Este vídeo mostra o que a falta de um correto programa de treinamento pode ocasionar dentro de um armazém.
Treinamento é fundamental desta forma é possível conscientizar o operador a forma correta de operar e também de evitar acidentes.
Fonte: Jove Logística
22 de Abril – Dia do Planeta Terra. Você sabia?
A Jove acredita que as empresas devem evoluir sua estratégia global, integrando os aspectos ambientais ao mesmo nível das questões de market share e considerações de lucratividade. A gestão ambiental tem o potencial para ter um impacto duradouro sobre o desempenho das empresas.
Para um perfeito balanceamento da vida na Terra, proporcionado pela interação entre sistema natural (meio ambiente), economia e infra-estrutura e o sistema social (indivíduos, governo e sociedade), todos nós devemos estar conscientes que devemos desempenhar nossos papeis com cidadania e respeito à nossa e as futuras gerações.
Devemos garantir um desenvolvimento sustentável não somente com práticas gerenciais sustentáveis tais como green purchasing, product stewardship, green supply chain (GSC), logística reversa e cadeia de suprimentos reversa. Devemos individualmente ter consciência de reciclar nosso lixo, separando os orgânicos dos materiais recicláveis, não jogando lixo na rua, não poluindo rios e escolhendo marcas de empresas comprometidas com meio ambiente.
Neste dia internacional da Terra, a Jove e seus colaboradores reafirmam seu compromisso com o desenvolvimento sustentável.